quinta-feira, 30 de maio de 2013
A santa Missa é um meio seguro para obter as misericórdias divinas
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Meditação para a Sexta-Feira da Paixão
Publicamos novamente, no link abaixo, uma devota meditação dos sofrimentos físicos sofridos por nosso Santíssimo Redentor no decurso de sua dolorosa Paixão, de autoria de Pierre Barbet, médico cirurgião piedoso que estudou meticulosamente as dores físicas de Cristo. Recomendados vivamente que todos façam o exercício desta santa leitura, em ambiente de silêncio e retiro, invocando as luzes do Espírito Santo e se valendo da imagem de Nosso Senhor crucificado. Esta meditação poderá substituir a Via Sacra da Sexta-Feira da Paixão. Os sacerdotes poderão fazer dela a homilia da Ação Litúrgica da Paixão do Senhor. Que a Virgem das Dores suplique a Deus por nós.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
A VIA-CRÚCIS
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O Cristão é um Guerreiro
Por João S. de Oliveira Júnior
O Cristão é um Guerreiro! Por quê?
Porque a todo tempo está sob uma batalha espiritual contra forças invisíveis do maligno que pairam nos ares.
Porque deve lutar contra as próprias más inclinações, seus vícios, fraquezas, sua concupiscência, sabe do “espinho na carne” que o acompanha. Acaba percebendo que a todo instante tem que vigiar e orar.
Porque seu modo de combate é de joelhos no chão, um coração contrito, sincero e entregue Àquele a quem tudo pode confiar. Trás no coração a espada do Espírito que é a Palavra de Deus.
Porque não fica pacífico diante das injustiças e contrariedades ao seu redor, mas em tudo que faz para modificar essa realidade, em palavras ou atitudes, é com Caridade, sem a qual não agrada seu Mestre e Senhor.
Porque não se conformar com a mentalidade deste mundo rebelde de valores invertidos, mesmo sabendo “dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”, o Cristão não se contenta enquanto os valores do evangelho estiverem fora do cotidiano, batalhará a seu modo oportuno pelo Reino, mesmo sendo sempre um “estrangeiro” enquanto não estiver definitivamente no Céu.
Porque aplica o seu esforço em fazer o melhor que pode nas obrigações temporais, no local, profissão ou ofício a que se designa, contudo, o faz com a vivência das virtudes humanas e teologais, para o próximo e para maior honra e glória de Deus, Uno e Trino.
Porque, mesmo que aplique todas as suas forças, entende que sempre precisará da Graça Divina, esta que pode suprir suas limitações diante da própria miséria reconhecida. O Cristão diante dos desafios não perde a Esperança, a transmite.
Porque no seu “ganha pão”, no adquirir muito ou pouco, material, espiritual ou intelectualmente, não adquire somente para si, mas compartilha. Não deixas de ter a virtude da pobreza, onde reconhece que “és pó e ao pó voltará”, de maneira que, tendo muito ou pouco, tem tudo como se fossem no valor de esterco, no fim das contas, compreende que a maior riqueza é ter Cristo.
Porque o Reino pelo qual ele luta não é uma ideologia política, como as muitas passageiras da história, que nunca vão satisfazer a real necessidade do Homem, este, que não vive somente de pão e sim de toda a palavra que sai da boca de Deus. Luta pelo reino Celeste, pleno, onde anseia um dia estar eternamente na presença do Altíssimo.
Porque é convidado a se levantar diante das quedas como o seu Senhor no caminho do Calvário. O Cristão se humilha, renuncia a si mesmo, abraça a Cruz e segue aquele a quem tem por maior exemplo, Cristo.
Porque perante as bofetadas que leva na vida, oferece a outra face e, ainda que ofendido, perdoa seu próximo até setenta vezes sete se for preciso. Para a dor e sofrimentos a que está sujeito neste mundo, poderá uni-los ao único Sacrifício de Cristo com a conformidade de quem colabora uma gota de água no volume do oceano.
Porque não batalha sozinho, é um soldado que tem Maria Santíssima como intercessora a Cristo, conta com o apoio dos Anjos, o exemplo dos Santos. Tem irmãos na fé, resumindo, faz parte da Igreja de Cristo, Corpo místico deste, o cristão sabe que está na barca onde se encontra o Senhor, fonte dos suprimentos (sacramentos).
Porque ama a sua Fé quando a conhece, conhecendo e amando inevitavelmente a defende, seja por preposições racionais referentes à Revelação e, principalmente, por coerência de vida. Acaba sendo naturalmente um apologeta da Verdade.
O Cristão é um guerreiro pacificador, contudo, esta Paz que busca não é a paz que o mundo conhece, mas aquela que recebe do seu Senhor. Seguindo as orientações do Mestre, poderá dizer no fim da vida: “Combati o bom Combate”!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Leila Lopes e seu Julgamento Particular
Da correção não vai?
Mais augmento de culpas do que emenda
De longa vida sai."
Pensa que has de passar
E, de manhan, que podes desse dia
À noite não chegar."
domingo, 31 de maio de 2009
Pentecostes
I. O AMOR DE DEUS foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que habita em nós. Aleluia1.
II. A VINDA DO ESPÍRITO SANTO no dia de Pentecostes não foium acontecimento isolado na vida da Igreja. O Paráclito san-tifica-a continuamente, como também santifica cada alma, através das inúmeras inspirações que se escondem em “todos os atrativos, movimentos, censuras e remorsos interiores, luzes e conhecimentos que Deus produz em nós, prevenindo o nosso coração com as suas bênçãos, pelo seu cuidado e amor paternal, a fim de nos despertar, mover, estimular e atrair para as santas virtudes, para o amor celestial, para as boas resoluções, para tudo aquilo que, numa palavra, nosconduz à nossa vida eterna”12. A sua ação na alma é “suave e aprazível [...]; Ele vem salvar, curar, iluminar”13.
III. PARA SERMOS MAIS FIÉIS às constantes moções e inspirações do Espírito Santo na nossa alma, “podemos atentar para três realidades fundamentais: docilidade [...], vida de oração e união com a Cruz.
domingo, 10 de maio de 2009
Queixas de nosso Salvador contra os homens
Porque concorrendo n’elle todas as causas e razões de amor, o deixam para amar as cousas transitórias e mundanas.
Dizei-me, filhos de Adão, que loucura é a vossa, pois, estando em mim todos os bens que o Céo e a terra possuem, andais buscando bens nos charcos lodosos do mundo, e não na fonte pura, d’onde todos elles manam?
Por que razão são tantos, os que tão desassocegada e trabalhosamente buscam as sombras enganosas dos falsos bens d’esta vida, e tão poucos os que me buscam a mim, que sou o auctor e dador da verdadeira felicidade?
Muitos andam perdidos após a formosura das creaturas; mas porque, não havendo cousa alguma mais formosa do que eu, tão poucos são os que me buscam?
Outros estimam em muito a linhagem e a nobreza; e quem mais nobre do que eu, que tenho a Deus eterno por pae, e uma Virgem puríssima por mãe? Porque, pois, são tão poucos os que desejam unir-se commigo, e gozar d’este parentesco?
Sou o Imperador e Monarcha do céo e da terra: por que razão se envergonham os homens de ser meus criados e servidores?
Sou também mui rico, dadivoso, e liberal para quem a mim recorre, e desejo que todos me peçam; e com tudo isto poucos são os que de verdade me pedem!
Sou egualmente perfeita sabedoria do eterno Pae e com tudo isto apenas ha quem commigo se aconselhe?!
Sou a mesma formosura e resplendor de sua gloria, e ninguem d’ella se namora!
Sou fiel e verdadeiro amigo dos que me amam, aos quaes me dou a mim mesmo, e todas minhas cousas; mas quão poucos sãos os que procuram esta amizade!
Sou o caminho recto que vae ter á vida eterna; mas quão poucos são os que por elle querem andar!
Sou verdade eterna que não póde falhar, mas porque não quer a gente rude e ignorante fiar-se de minhas palavras? Porque desconfia de minhas promessas, sendo eu tão fiel em cumprir o que prometto?
Sou a mesma vida, e auctor d’ella; porque pois, fazem os mortaes tão pouco apreço de mim?
Sou fórma, invariável e certíssima regra de bem viver; e porque buscam os homens fora de mim outro modelo?
Sou a verdadeira saúde, e o perfeito deleite, sem mistura de dissabores; porque, pois, teem os homens tanto fastio de mim?
Sou a única paz e tranqüilidade das almas; e porque razão não lançais em mim todos os cuidados, que dilaceram vossos coraçãos?
Se as feras indômitas, os cruéis leões e dragões agradecem os benefícios; se as águias de delfins amam a quem os ama; se os cães reconhecem e afagam a quem lhes faz bem; porque razão tu, ó homem, mais fero que as mesmas feras, não amas a quem tanto te ama, a que te há feito tantos benefícios, a quem te creou, e dotou d’uma alma racional, a que com seu sangue morte affrontosa de cruz, e perda de sua vida livrou a tua da perdição eterna?
Se o boi conhece seu Senhor, e o torpe jumentinho a quem lhe dá de comer, por que razão só o homem me não conhece, sendo eu seu creador e libertador?
Só eu sou o compendio de todos os bens; porque, pois, os buscam os homens fora de mim?
Sou manso e humilde de coração, fácil de aplacar, e inclinado à misericórdia; e porque, miserável, te não acolhes a este porto de salvação?
Sou também justo Juiz, e rigoroso castigador dos maus; o porque não temes e tremes de offender-me?
Posso n’um momento arrancar-te do seio dos prazeres, chamar-te a juízo, e sepultar-te no inferno; e porque não temes este castigo?
Pelo que, homem perverso e menosprezador de Deus, se por tua maldade fores entregue á morte, a ti, e não a mim, deves pôr a culpa, pois por minha parte nenhuma cousa se omitiu para remédio teu. Porque, se tão grande caridade dadora de si mesma, se tão larga benignidade te não tem abrandado, se a esperança de tão grandes promessas não te ha movido, nem o terror espantoso de chammas do inferno te ha atemorizado, nem a vergonha se quer te ha refreado, e tens o coração mais duro que o ferro; que ha de fazer mais minha divina piedade? Que outros invenções e artes hei de buscar para abrandar tua dureza?
Salvar ao que não quer ser salvo, nem é de entendimento são, nem a piedade de meu Pae o consente!
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Fonte: livro "Manual do Christão", páginas 132, 133 e 134.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
Oração num vitral da Catedral de Lubeck - Alemanha
Catedral de Lubeck
Tu me chamas Mestre e não me obedeces.
Luz e não me vês.
Caminho e não me segues.
Vida e não me desejas.
Sábio e não me escutas.
Amável e não me amas.
Rico e não me invocas.
Eterno e não me buscas.
Justo e em mim não confias.
Nobre e não me serves.
Senhor e não me adoras.
Se eu te condenar, não me culpes.
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