domingo, 7 de junho de 2009

Domingo da Santíssima Trindade

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A igreja celebra a festa da Santíssima Trindade hoje, no primeiro domingo depois de Pentecostes.
A Festa é para que compreendamos que o fim dos mistérios de Jesus Cristo e da vinda do Espírito Santo foi conduzir-nos ao conhecimento da Santíssima Trindade, e levar-nos a honrá-la em Espírito e em verdade.
Santíssima Trindade quer dizer: Deus Uno em três pessoas realmente distintas: Pai, Filho e Espírito Santo.
E o que devemos fazer na festa da Santíssima Trindade?
Em primeiro lugar devemos adorar o mistério de Deus Uno em três pessoas;
Em segundo lugar agradecer a Santíssima Trindade todos os benefícios temporais e espirituais que recebemos;
Em terceiro, nos consagrar totalmente à Deus e nos sujeitarmos inteiramente a sua Divina providência;
Em quarto, pensar que no batismo entramos na igreja e nos tornamos membros de Jesus Cristo pela invocação e pela virtude do nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Em quinto lugar, tomar a resolução de fazer sempre com devoção o sinal da cruz que exprime este mistério, e de recitar, com fé,viva e com a intenção de glorificar a Santíssima Trindade, as palavras que a igreja repete com tanta frequência:
Glória ao Pai e ao filho e ao Espírito Santo: - GLÓRIA PÁTRI, ET FÍLIO ET SPÍRITUI SANCTO

Fonte: Livro "Catecismo Maior de São Pio X - págs. 258 - 260, capítulo XII

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Fonte:http://boletim-ultima-semana.blogspot.com/2009/06/domingo-da-santissima-trindade.html

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Testemunho de um casal da Opus Dei pais de 10 filhos

Patrícia Donesteve é arquitecta, Paulo Poole estudou ICADE e tem um mestrado do IESE. Casaram há 16 anos e têm agora 10 filhos.

 

2009/05/26

Embora tenham pouco mais de quarenta anos de idade, qualquer deles poderia responder a uma ampla entrevista sobre as suas respectivas profissões. A Patrícia tem já uma experiência notável em direcção de projectos de desenho de Interiores – deu também aulas na escola oficial de Joalharia – e o Paulo está há anos na mesma multinacional do sector energético, onde trabalhou em várias áreas e esteve “em quase todos os negócios”, desde energias renováveis à área de aprovisionamentos.

Poderiam falar também das respectivas origens, ou de como se conheceram, dos anos que passaram na Colômbia, dos bons momentos e daqueles que não o foram tanto, das suas escolhas e renúncias, de como cada filho lhes foi trazendo um pão debaixo do braço: às vezes subtilmente, outras de forma tão patente que chegava a notícia de um trabalho ou de um aumento no próprio dia da notícia da gravidez ou no dia do parto. Ela é de Vigo e são sete irmãos e ele nasceu em Bilbau e são catorze, motivo pelo qual Paulo se atreve a brincar que "de certo modo, também temos uma família numerosa por tradição". A Patrícia esquiava muito bem e o Paulo era monitor de Vela; mas casaram, começaram a chegar os filhos... e, agora, o seu tema de conversa preferido é a família.
"Não só de conversa – interrumpe o Paulo. A nossa família é também o território no qual se desenvolvem os nossos interesses, as nossas preocupações... tudo". "Ficamos com um pouco de vergonha – continua a Patrícia – sermos entrevistados como se tivéssemos um mérito especial. O principal para levar por diante a família é contar com os filhos, com a sua ajuda, com os seus problemas, com as suas perguntas e com as suas respostas. Por exemplo, graças aos meus filhos tenho muitas amigas, as mães dos seus amigos; e muitas oportunidades de falar com elas e de partilhar, aprender e também ensinar, por exemplo, proprcionando meios de formação cristã como aqueles que eu frequento".

"Procuramos desfrutar da família em cada instante, todos, ou quase todos os momentos são bons para se tirar partido, mesmo que por vezes impliquem esforço – diz o Paulo noutro momento, talvez sem reparar que tudo o que diz vai parar à entrevista. Ter uma família numerosa obriga-nos a estar sempre em forma, também espiritualmente".

"A cultura do êxito leva, por vezes, a organizar a vida esquecendo o mais importante. E que conste que a vida não é de cor-de-rosa e a nossa também não; mas conviver com os filhos, educá-los com o exemplo e com as explicações, ajuda-nos a esforçar-nos por sermos melhores... e até a compreender melhor Deus Pai, que nos quer ainda mais do que nós aos nossos próprios filhos, que nos ama como somos e se derrete por nós, que só quer o nosso bem, está sempre atento às nossas necessidades... O que mais Lhe agrada das nossas obras é o amor com que as fazemos; Como o entusiasmo dos nossos filhos quando trazem um desenho para o dia do pai..."
"O Paulo quando fala destes temas fica sério. - Diz a Patrícia. Gostamos de desfrutar de cada momento com os filhos. Também participamos em várias actividades de orientação familiar e coordenamos o curso UM VERÃO DIFERENTE de Aula Familiar, uma ocasião magnífica para descansar, ocupar o tempo livre das crianças e formarmo-nos."

São optimistas e reservados para contar as dificuldades. No vídeo não nos falam das noites de vela, nem das idas às urgências, nem das alterações de planos, das hipotecas ou do custo da escolaridade, mas de alguns episódios; nota-se facilmente que são dos que vêm "oportunidades" onde às vezes apenas vemos "problemas".

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Fonte: http://www.opusdei.pt/art.php?p=33997

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Os perfeitos amigos de Deus

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Stª. Margarida de Cortona - Guilherme António Correia, 1829-1901

 

Num dos seus freqüentes colóquios com o Anjo da Guarda, Santa Margarida de Cortona exprimiu o desejo de que ele explicasse quais são “os perfeitos amigos de Deus”. Respondeu-lhe com estas belas regras de santificação: São perfeitos amigos de Deus aquele cujo coração está totalmente desprendido das coisas criadas e que, unidos a Deus somente, a Ele aspiram com todo o ímpeto do coração.

“E quais são, pergunta novamente a Santa, quais são as virtudes mais próprias deles?” - “A primeira, torna o Anjo, é uma profunda humildade, à imitação e por amor d’Aquele que se humilhou até à Cruz. A segunda é a perfeita caridade. Nesta base, é amigo de Deus o homem que realiza a Palavra Divina: ‘Bem-aventurados os puros de coração’. É amigo de Deus aquele que renuncia a si mesmo até ao ponto de se aniquilar por amor de Cristo, não com o ferro ou veneno mas pela mortificação voluntária; aquele que vive decidido a suportar seja que sofrimento for - até a própria morte - em defesa da fé cristã. É esta uma forma de aniquilamento bem distinta da mortificação dos sentidos. É amigo de Deus aquele que tem sempre nos lábios a verdade, e cuja vida brilha pelo bom comportamento moral. É amigo de Deus aquele que, por amor do mesmo Deus, toma sobre si os sofrimentos dos demais; prefere sofrer a ver sofrer o próximo, até no que se refere ao alimento, ao vestuário, ao alojamento. Enfim, é amigo de Deus aquele que se aflige e entristece com as desgraças alheias de amigos ou inimigos e que, sem reticência, aplaude as suas prosperidades”.

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Livro: "Esta é a Hora dos Anjos", Giovanni P. Siena, p. 99 e 100.

domingo, 31 de maio de 2009

Pentecostes

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  Por Pe. Francisco Fernández Carvajal
 
TEMPO PASCAL. DOMINGO DE PENTECOSTES
 
A VINDA DO ESPÍRITO SANTO
– A festa judaica de Pentecostes. O envio do Espírito Santo. O vento impetuoso e as línguas de fogo.
– O Paráclito santifica continuamente a Igreja e cada alma. Correspondência às moções e inspirações do Espírito Santo.
– Correspondência: docilidade, vida de oração, união com a Cruz.

I. O AMOR DE DEUS foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que habita em nós. Aleluia1.
Pentecostes era uma das três grandes festas judaicas; muitos israelitas iam nesses dias em peregrinação a Jerusalém, para adorar a Deus no Templo. A origem da festa remontava a uma antiquíssima celebração em que se davam graças a Deus pela safra do ano, em vésperas de ser colhida. Depois acrescentou-se a essa comemoração, que se celebrava cinqüenta dias depois da Páscoa, a da promulgação da Lei dada por Deus no monte Sinai. Por desígnio divino, a colheita material que os judeus festejavam com tanto júbilo converteu-se, na Nova Aliança, numa festa de imensa alegria: a vinda do Espírito Santo com todos os seus dons e frutos.
Quando chegou o dia de Pentecostes, estavam todos juntos num mesmo lugar. E sobreveio de repente um ruído do céu, como de um vento impetuoso, que encheu toda a casa em que se encontravam2. O Espírito Santo manifestou-se por meio dos elementos que costumavam acompanhar a presença de Deus no Antigo Testamento: o vento e o fogo3.
O fogo aparece na Sagrada Escritura como imagem do amor que penetra todas as coisas e como elemento purificador4. É uma imagem que nos ajuda a compreender melhor a ação que o Espírito Santo realiza nas almas: Ure igne Sancti Spiritus renes nostros et cor nostrum, Domine... Purificai, Senhor, com o fogo do Espírito Santo as nossas entranhas e o nosso coração...
O fogo também produz luz, e significa o novo resplendorcom que o Espírito Santo faz compreender a doutrina de Jesus Cristo. Quando vier o Espírito de verdade, guiar-vos-á para a verdade completa... Ele me glorificará, porque tomará do que é meu e vo-lo dará a conhecer5. Numa ocasião anterior, Jesus havia comunicado aos seus: O Advogado, o Espírito Santo... vos ensinará tudo e vos trará à memória tudo quanto eu vos disse6. É Ele quem nos conduz à plenacompreensão da verdade ensinada por Cristo: “Tendo enviado finalmente o Espírito de verdade, completou, culminou e confirmou a revelação com o testemunho divino”7.
No Antigo Testamento, a obra do Espírito Santo é freqüentemente sugerida pela palavra “sopro”, a fim de exprimir ao mesmo tempo a delicadeza e a força do amor divino. Não há nada mais sutil que o vento, que penetra por toda a parte, que parece até percorrer os corpos inanimados e dar-lhes vida própria. O vento impetuoso do dia de Pentecostes exprime a nova força com que o Amor divino irrompe na Igreja e nas almas.
São Pedro, diante da multidão de pessoas que se encontravam nas imediações do Cenáculo, fez-lhes ver que se estava cumprindo o que fora anunciado pelos Profetas8: E sucederá nos últimos dias, diz Deus, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne...9 Os que receberem a efusão do Espírito não serão já uns poucos privilegiados, como os companheiros de Moisés10, ou como os Profetas, mas todos os homens, na medida em que se abrirem a Cristo11. A ação do Espírito Santo deve ter produzido tal assombro nos discípulos e nos que os escutavam que todos estavam fora de si, cheios de amor e de alegria.

II. A VINDA DO ESPÍRITO SANTO no dia de Pentecostes não foium acontecimento isolado na vida da Igreja. O Paráclito san-tifica-a continuamente, como também santifica cada alma, através das inúmeras inspirações que se escondem em “todos os atrativos, movimentos, censuras e remorsos interiores, luzes e conhecimentos que Deus produz em nós, prevenindo o nosso coração com as suas bênçãos, pelo seu cuidado e amor paternal, a fim de nos despertar, mover, estimular e atrair para as santas virtudes, para o amor celestial, para as boas resoluções, para tudo aquilo que, numa palavra, nosconduz à nossa vida eterna”12. A sua ação na alma é “suave e aprazível [...]; Ele vem salvar, curar, iluminar”13.
No dia de Pentecostes, os Apóstolos foram robustecidos na sua missão de testemunhas de Jesus, a fim de anunciarem a Boa Nova a todos os povos. Mas não somente eles: todos os que crerem nEle terão o doce dever de anunciar que Cristo morreu e ressuscitou para nossa salvação. E sucederá nos últimos dias, diz Deus, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e profetizarão os vossos filhos e as vossas filhas, e os vossos jovens verão visões, e os vossos anciãos sonharão sonhos. E sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei o meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão14. Assim pregou São Pedro na manhã de Pentecostes, que inaugurava a época dos últimos dias, os dias em que o Espírito Santo foi derramado de uma maneira nova sobre aqueles que crêem que Jesus é o Filho de Deus e põem em prática a sua doutrina.
Todos os cristãos têm desde então a missão de anunciar, de cantar as magnalia Dei15, as maravilhas que Deus fez no seu Filho e em todos aqueles que crêem nEle. Somos agora um povo santo para publicar as grandezas dAquele que nos transferiu das trevas para a sua luz admirável16.
Ao compreendermos a grandeza da nossa missão, compreendemos também que ela depende da nossa correspondência às moções do Espírito Santo, e sentimo-nos necessitados de pedir-lhe freqüentemente que lave o que está manchado, regue o que está seco, cure o que está doente, acenda o que está morno, retifique o que está torcido17. Porque sabemos bem que no nosso interior há manchas, e partes que não dão todo o fruto que deveriam porque estão secas, e partes doentes, e tibieza, e também pequenos desvios, que é necessário retificar.

III. PARA SERMOS MAIS FIÉIS às constantes moções e inspirações do Espírito Santo na nossa alma, “podemos atentar para três realidades fundamentais: docilidade [...], vida de oração e união com a Cruz.
Em primeiro lugar, docilidade, “porque é o Espírito Santo quem, com suas inspirações, vai dando tom sobrenatural aos nossos pensamentos, desejos e obras. É Ele quem nos impele a aderir à doutrina de Cristo e a assimilá-la com profundidade; quem nos dá luz para tomarmos consciência da nossa vocação pessoal e força para realizarmos tudo o que Deus espera de nós”18.
O Paráclito atua sem cessar na nossa alma: não dizemosuma só jaculatória se o Espírito Santo não nos move a dizê—la19, como nos mostra São Paulo na segunda leitura da Missa. Ele está presente e inspira-nos quando lemos o Evangelho, quando oramos, quando descobrimos uma luz nova num conselho recebido, quando meditamos uma verdade de fé que talvez já tivéssemos considerado antes muitas vezes. Percebemos que essa luz não depende da nossa vontade. Não é coisa nossa, mas de Deus. É o Espírito Santo quem nos move suavemente a abeirar-nos do sacramento da Penitência, a levantar o coração a Deus num momento inesperado, a realizar uma boa obra. É Ele quem nos sugere um pequeno sacrifício ou nos faz encontrar a palavra adequada que anima uma pessoa a ser melhor.
Vida de oração, “porque a entrega, a obediência, a man-sidão do cristão nascem do amor e para o amor se orientam.E o amor leva à vida de relação, à conversa assídua [...]. A vida cristã requer um diálogo constante com Deus Uno e Trino, e é a essa intimidade que o Espírito Santo nos con-duz [...]. Acostumemo-nos a procurar o convívio com o Espírito Santo, que é quem nos há de santificar; a confiar nEle, a pedir a sua ajuda, a senti-lo perto de nós. Assim se irá dilatando o nosso pobre coração, teremos mais ânsias de amar a Deus e, por Ele, a todas as criaturas”20.
União com a Cruz, “porque na vida de Cristo, o Calvário precedeu a Ressurreição e o Pentecostes, e esse mesmo processo se deve reproduzir na vida de cada cristão [...]. O Espírito Santo é fruto da Cruz, da entrega total a Deus, da procura exclusiva da sua glória e da completa renúncia a nós mesmos”21.
Podemos terminar a nossa oração fazendo nossas as súplicas contidas no hino que se canta na Seqüência da Missa deste dia de Pentecostes: Vinde, Espírito Santo, e enviai do céu um raio da vossa luz. Vinde, Pai dos pobres; vinde, dador de graças; vinde, luz dos corações. Consolo ótimo, doce hóspede da alma, doce refrigério, vinde! Vós sois descanso no trabalho, na aflição remanso, no pranto consolo. Ó luz santíssima, enchei o mais íntimo do coração dos vossos fiéis [...]. Dai aos vossos fiéis, que em Vós confiam, os vossos sete dons. Dai-lhes o mérito da virtude, dai-lhes o porto da salvação, dai-lhes a eterna alegria22.
Para chegarmos a um convívio mais íntimo com o Espírito Santo, nada tão eficaz como aproximar-nos de Santa Maria, que soube secundar como ninguém as inspirações do Espírito Santo. Os Apóstolos, antes do dia de Pentecostes, perseveravam unânimes na oração, com algumas mulheres e com Maria, a Mãe de Jesus23.
 
(1) Rom 5, 5; 8, 11; Antífona de entrada da Missa da vigília; (2) At 2, 1-2; (3) cfr. Ex 3, 2; (4) cfr. M. D. Philippe, Mistério de Maria, Rialp, Madrid, 1986, págs. 352-355; (5) cfr. Jo 16, 13-14; (6) Jo 14, 26; (7) Conc. Vat. II, Const. Dei Verbum, 4; (8) Jl 2, 28; (9) At 2, 17; (10) cfr. Num 11, 25; (11) cfr. Jo 7, 39; (12) São Francisco de Sales, Introdução à vida devota, II, 18; (13) São Francisco Sales, Catequese 16 sobre o Espírito Santo, 1; (14) At 2, 17-18; (15) At 2, 11; (16) 1 Pe 2, 9; (17) cfr. Missal Romano, Seqüência da Missa de Pentecostes; (18) Josemaría Escrivá, É Cristo que passa, n. 135; (19) cfr. 1 Cor 12, 3; (20) Josemaría Escrivá, op. cit., n. 136; (21) ib., n. 137; (22) Missal Romano, Seqüência da Missa de Pentecostes; (23) cfr. At 1, 14.
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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Fábio de Melo

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Diante dos muitos escandalos que Pe. Fábio de Melo tem causado com o seu relativismo religioso, vimo-nos na obrigação de denunciar alguns de seus erros. Seguem-se os links para as postagens. O fato de citarmos os textos abaixo não significa que concordemos necessariamente com a integralidade de seus conteudos ou com a forma (ironias, apelidos) apresentada. Assentimos, isto sim, nas demonstrações objetivas dos desvios que o padre incorre.

 

PADRE FÁBIO DE MELO ADMIRA TEOLOGIA HERÉTICA DE TEILHARD DE CHARDIN

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O Relativismo e Pe. Fábio de Melo

"[C]omo pode haver evangelização quando se difunde o erro? Como pode haver divulgação da Boa Nova quando o que é divulgando é a opinião pessoal de um Sacerdote? Para um católico o Evangelho deve ser divulgado em sua plenitude. Agora que plenitude é esta se estamos falando de um Padre que em, óbvia contradição, renega os ensinamentos da Igreja?" (Continue a ler aqui)

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Fábio de Melo, fala de mel

"Quem anuncia a doutrina de Cristo deve acostumar-se a ser impopular em muitas ocasiões, a ir contra a corrente, sem ocultar os aspectos dessa doutrina que se revelem mais exigentes".(Continue a ler aqui).

 

Derrapadas do padre Fábio/Fashion de Melo

"De que o padre Fábio atraia pessoas a Cristo não há dúvida, mas será que todas as pretensas conversões são realmente conversões? Não basta virar fã e comprar todos os discos. Conversão importa em adesão à verdadeira doutrina." (Continue a ler aqui).

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O padre Fábio de Melo no Programa do Jô

"Uma argumentação que tenho visto é a tipicamente relativista; não nos é lícito julgar os erros do padre Fábio porque também somos pecadores. Ora, os ensinamentos magisteriais são objetivos. Se alguém fala que Cristo não é Deus, todos nós vamos nos levantar em defesa da Divindade do Verbo, afirmando, categoricamente, que quem professa esse absurdo abraça uma heterodoxia. O fato de sermos pecadores não desabona a constatação do erro e da heresia proferida." (Continue a ler aqui).

 

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Músicas seculares na Santa Missa

 

Canto Litúrgico

Deve-se "evitar formas musicais que não favoreçam a oração, por estarem condicionadas às exigências do uso profano."

Fonte: Sínodo dos Bispos - XI Assembléia Geral Ordinária / A Eucaristia: Fonte e Ápice da Vida e da Missão da Igreja -Instrumentum  Laboris, p. 100, nº. 62.

 

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domingo, 24 de maio de 2009

Não é permitido danças ou apresentações artísticas na Santa Missa

 

É possível haver uma “dança litúrgica” durante a Santa Missa?

O rito romano, sobre o qual estamos tratando nesta obra, é o que se estende pela maior parte do mundo, e, ordinariamente, reflete a cultura na qual ele foi construído e se desenvolveu, como todas as outras famílias litúrgicas. Dessa forma, a Igreja, sábia que é, permite uma certa inculturação dos elementos acidentais da Santa Missa, desde que não afete a unidade básica do rito, no caso o romano. Assim, a princípio, não é compatível com o rito romano qualquer espécie de “dança litúrgica”, por não refletir a mentalidade ocidental no aspecto sagrado. No Ocidente, a dança está ligada a elementos profanos, quer indiquem erotização quer simplesmente signifiquem diversão. Entendemos a dança como um espetáculo de arte a ser apreciado, como uma forma de prazer mais ou menos sexual, como um exercício físico, ou ainda como um jeito de nos divertirmos quando estamos bailando. Nunca a dança, para nós, tem uma característica sagrada. Dessa forma, qualquer dança religiosa, e nisso se inclui a “dança litúrgica”, não encontra amparo em nossa cultura ocidental, não havendo lugar para ela na celebração da Santa Missa nem em outros atos sacros, como afirmou a Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos em sua instrução “Dança na Liturgia”, de 1975. Diverso é o caso de localidades ainda não suficientemente evangelizadas – territórios de missão –, que possam, porventura, encarar a dança como uma manifestação religiosa. Em tribos africanas, por exemplo, o ato de dançar não só é essencialmente sagrado, como nunca é encarado sob o ponto de vista puramente profano, que exclui a dimensão espiritual. Por essa razão, a Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, na Instrução sobre a Inculturação e o Rito Romano, publicada em 1994, autorizou a incorporação da dança na liturgia quando for parte inerente da cultura de um povo, e não apenas uma simples performance artística ou secular. Em locais onde a dança tem um significado religioso, é permitido, pelo teor da declaração desse tão importante dicastério da Santa Sé, seu uso litúrgico. Uma observação importante: mesmo em povos onde a dança tem um significado espiritual, ela só pode ser usada na liturgia se for removida toda referência de seu emprego para as práticas pagãs ou de adoração a divindades demoníacas. No Brasil, como em todo o Ocidente, a “dança litúrgica” não é, portanto, permitida.

 

É permitido que a Santa Missa seja interrompida para alguma apresentação artística, ainda que de caráter religioso ou tendo relação com o tema do Evangelho do dia ou da festa?

 

Mesmo que, em algumas ocasiões especiais, tenha presenciado apresentações artísticas durante a Santa Missa, como uma peça de teatro encenada no Natal, isso não está correto. A Missa é um ato real em que Cristo Se oferece por nós em sacrifício ao Pai. É a Cruz tornada presente. Por isso, não há lugar para eventos que não apontem para essa realidade: uma encenação, por exemplo, passaria a idéia de tudo é mero símbolo, quando, na verdade, os símbolos da Missa indicam e refletem algo vivo, o sacrifício de Cristo. As regras litúrgicas, por essa razão, não permitem que a Santa Missa seja interrompida. Se um coral deseja se apresentar, ou um grupo de atores quer representar o Evangelho, faça-se fora da Missa, antes ou depois dela. E, para que se utilize o recinto da igreja, cuide-se que o presbitério não seja usado como palco, respeitando o santuário, e também seja o pároco ou reitor extremamente zeloso de que não se faça algazarra no recinto sagrado.

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Fonte: Manual da Santa Missa, Rafael Vitola Brodbeck, 2008, p. 119 s. Grifos nossos.

Anjos e Demônios

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

A mensagem de La Salette: os pecados dos maus sacerdotes

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Abaixo, trecho da mensagem da aparição de Nossa Senhora de La Salette, aprovada pela Igreja Católica. Seguem-se vídeos intercalando o texto, para melhor ilustrar a atualidade da advertência.

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“Os sacerdotes, ministros de meu Filho, pela sua má vida,

 

sua irreverência e impiedade na celebração dos santos mistérios,

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pelo amor do dinheiro,

das honrarias e dos prazeres,

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tornaram-se cloacas de impureza.
“Sim, os sacerdotes atraem a vingança e a vingança paira sobre suas cabeças. Ai dos sacerdotes e das pessoas consagradas a Deus, que pela sua infidelidade e má vida crucificam de novo meu Filho!
“Os pecados das pessoas consagradas a Deus bradam ao Céu e clamam por vingança. E eis que a vingança está às suas portas, pois não se encontra mais uma pessoa a implorar misericórdia e perdão para o povo. Não há mais almas generosas, não há mais ninguém digno de oferecer a vítima imaculada ao [Pai] Eterno em favor do mundo”.

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Oração pelo Clero

(Cardeal Leme)

Deixai, ó Jesus, que em vosso Coração Eucarístico, depositemos as mais ardentes preces pelo nosso Clero. Multiplicai as vocações sacerdotais em nossa pátria; atraí ao vosso altar os filhos do nosso Brasil; chamai-os com instância ao vosso ministério.

Conservai na perfeita fidelidade ao vosso serviço aqueles a quem já chamastes, afervorai-os, purificai-os, santificai-os, não permitindo que se afastem do espírito de vossa Igreja.

Não consintais, ó Jesus, nós Vos suplicamos, que debaixo do céu brasileiro, sejam, por mãos indignas, profanados os vossos mistérios de amor. Com instância Vos pedimos: deixai que a misericórdia de vosso Coração vença a vossa Justiça divina por aqueles que se recusaram à honra da vocação sacerdotal, ou desertaram das fileiras sagradas.

Por vossa Mãe, Maria santíssima, Rainha dos sacerdotes, atendei, Jesus, a esta nossa insistente oração!

Ó Maria, ao vosso Coração confiamos nosso Clero: guiai-o, guardai-o, protegei-o, salvai-o! Amém.

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Referencia bibliografica:

http://aparicaodelasalette.blogspot.com/2009/04/inicio-do-segredo-decadencia-do-clero.html

domingo, 17 de maio de 2009

Beatíssima Virgem Maria

Nossa Senhora

Abaixo, link para um ótimo livro de S. Luís Maria Grignion de Montfort. Serve como introdução ao excelente e, talvez, inigualável "Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem".

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O GRANDE SEGREDO
PARA SE CHEGAR À SANTIDADE


INTRODUÇÃO


O Segredo e suas condições


[1] Eis aqui, ó alma predestinada, um segredo que o Altíssimo me confiou e que não pude encontrar em nenhum livro, antigo ou novo... (Continue a ler, baixando a obra aqui).

 

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