quarta-feira, 3 de julho de 2013
O Altar
quinta-feira, 30 de maio de 2013
A santa Missa é um meio seguro para obter as misericórdias divinas
sexta-feira, 26 de abril de 2013
XXVI de abril - Primeira Missa no Brasil e dia de Nossa Senhora do Bom Conselho
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| 26 de abril de 1500, primeira Missa no Brasil - Pintura de Victor Meirelles (1861) |
Em seguida, dois artigos, um de Cristine Delphino, breve resumo histórico do que foi um marco da fé católica na América, destaque para a piedade enraizada de nosso povo. Outro, uma reflexão de Santo Afonso de Ligório para a solenidade da Virgem do Bom Conselho.
Eucaristia e Maria Santíssima, duas colunas do sonho de Dom Bosco, duas colunas da fé para os católicos de ontem, de hoje e de sempre.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Quantas vezes à Santa Missa?
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Zelo Eucarístico
VII. Que delicadeza de pensamento, de sentimento e de trato dos Santos para com tudo o que diz respeito à Eucaristia.
Nada de pequeno aos seus olhos; nada de descurável e muito menos de desprezível!
Já vimos como a grande Teresa de Jesus estava disposta a morrer mártir, antes que ver negligenciada a mais humilde entre as cerimônias da Santa Missa.
Que fé extraordinária, meu Deus!
O Santo Cura D’Ars costumava rezar o divino ofício ajoelhado diante do Tabernáculo, sem apoio algum, de breviário na mão, com uma compostura de Anjo, um recolhimento de Querubim. Já andava o povo convencido de que o seu Santo Vigário, com os próprios olhos, contemplava a Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento.
São Francisco de Sales, achando-se na igreja, não ousava sequer tanger as moscas e preferia, por vezes, que fizessem sangrar a calva cabeça, antes de faltar com o devido acatamento.
Que dizer, então, da atitude e arrebatamento com que São José Benedito de Labre permanecia sete ou oito horas, imóvel como uma estátua, diante do seu Amor Sacramentado? E não tinha sobre si apenas moscas, senão também outros seres a atormentá-lo!
O mansíssimo São Vicente de Paulo, perturbava-se e ardia de zelo ao observar genuflexões mal feitas diante do Santíssimo Sacramento, genuflexões que ele apelidava de “marionetes”.
São Conrado, Bispo de Constança, tamanho respeito sentia para com os polegares e índices com que tocava no adorável Sacramento, que algumas vezes Nosso Senhor, para premiar-lhe a fé, permitia que esses quatro dedos, durante a noite, se tornassem luminosos.
São José de Cupertino desejava dispor de outro par de índices e polegares, que pudesse tirar e colocar à vontade, a fim de servirem apenas para tocar na Carne do Salvador.
***
Livro: A Alma Eucarística
Autor: Fr: Antonino de Castellammare, O.F.M. Cap.
Páginas: 301-302
Capítulo IV - 2º Regra: A Delicadeza Eucarística.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Bispo defende Comunhão na boca e de joelhos
Em Portugal, foi publicada em setembro de 2008 pela Ed. Caminhos Romanos-Unipessoal Ltda., Porto (para informações ac.azeredo@hotmail.com). E no Brasil foi lançada no mês de maio 2009 pela Editora Raboni (http://www.raboni.com.br).
domingo, 24 de maio de 2009
Não é permitido danças ou apresentações artísticas na Santa Missa
É possível haver uma “dança litúrgica” durante a Santa Missa?
O rito romano, sobre o qual estamos tratando nesta obra, é o que se estende pela maior parte do mundo, e, ordinariamente, reflete a cultura na qual ele foi construído e se desenvolveu, como todas as outras famílias litúrgicas. Dessa forma, a Igreja, sábia que é, permite uma certa inculturação dos elementos acidentais da Santa Missa, desde que não afete a unidade básica do rito, no caso o romano. Assim, a princípio, não é compatível com o rito romano qualquer espécie de “dança litúrgica”, por não refletir a mentalidade ocidental no aspecto sagrado. No Ocidente, a dança está ligada a elementos profanos, quer indiquem erotização quer simplesmente signifiquem diversão. Entendemos a dança como um espetáculo de arte a ser apreciado, como uma forma de prazer mais ou menos sexual, como um exercício físico, ou ainda como um jeito de nos divertirmos quando estamos bailando. Nunca a dança, para nós, tem uma característica sagrada. Dessa forma, qualquer dança religiosa, e nisso se inclui a “dança litúrgica”, não encontra amparo em nossa cultura ocidental, não havendo lugar para ela na celebração da Santa Missa nem em outros atos sacros, como afirmou a Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos em sua instrução “Dança na Liturgia”, de 1975. Diverso é o caso de localidades ainda não suficientemente evangelizadas – territórios de missão –, que possam, porventura, encarar a dança como uma manifestação religiosa. Em tribos africanas, por exemplo, o ato de dançar não só é essencialmente sagrado, como nunca é encarado sob o ponto de vista puramente profano, que exclui a dimensão espiritual. Por essa razão, a Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, na Instrução sobre a Inculturação e o Rito Romano, publicada em 1994, autorizou a incorporação da dança na liturgia quando for parte inerente da cultura de um povo, e não apenas uma simples performance artística ou secular. Em locais onde a dança tem um significado religioso, é permitido, pelo teor da declaração desse tão importante dicastério da Santa Sé, seu uso litúrgico. Uma observação importante: mesmo em povos onde a dança tem um significado espiritual, ela só pode ser usada na liturgia se for removida toda referência de seu emprego para as práticas pagãs ou de adoração a divindades demoníacas. No Brasil, como em todo o Ocidente, a “dança litúrgica” não é, portanto, permitida.
É permitido que a Santa Missa seja interrompida para alguma apresentação artística, ainda que de caráter religioso ou tendo relação com o tema do Evangelho do dia ou da festa?
Mesmo que, em algumas ocasiões especiais, tenha presenciado apresentações artísticas durante a Santa Missa, como uma peça de teatro encenada no Natal, isso não está correto. A Missa é um ato real em que Cristo Se oferece por nós em sacrifício ao Pai. É a Cruz tornada presente. Por isso, não há lugar para eventos que não apontem para essa realidade: uma encenação, por exemplo, passaria a idéia de tudo é mero símbolo, quando, na verdade, os símbolos da Missa indicam e refletem algo vivo, o sacrifício de Cristo. As regras litúrgicas, por essa razão, não permitem que a Santa Missa seja interrompida. Se um coral deseja se apresentar, ou um grupo de atores quer representar o Evangelho, faça-se fora da Missa, antes ou depois dela. E, para que se utilize o recinto da igreja, cuide-se que o presbitério não seja usado como palco, respeitando o santuário, e também seja o pároco ou reitor extremamente zeloso de que não se faça algazarra no recinto sagrado.
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Fonte: Manual da Santa Missa, Rafael Vitola Brodbeck, 2008, p. 119 s. Grifos nossos.




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